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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Concede adicional de periculosidade aos servidores do TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR DE MG


Portaria nº 598 /2012
 

Concede adicional de periculosidade aos servidores que menciona. 
 
O Juiz Presidente do Tribunal de Justiça Militar do Estado de Minas Gerais, no uso da competência prevista no art. 24, inciso XXXI, do Regimento Interno e em pleno exercício do cargo, Considerando que, nos termos do artigo 13 da Lei  nº 10.856, de 05 de agosto de 1992, com a nova redação que lhe foi conferida pela Lei nº 20.025, de 09 de janeiro de 2012, os servidores que se encontram no efetivo exercício das funções dos cargos citados na referida lei, fazem jus ao adicional de periculosidade; 
Considerando a implementação dos requisitos previstos no artigo 9º da Lei nº 20.025, de 09 de janeiro de 2012; 
Resolve:                                                           
                                                                                                 
Art. 1º Conceder, a partir de 10 de janeiro de 2012,  adicional de periculosidade aos servidores que exercem as funções dos cargos/especialidades de que trata o artigo 13 da Lei nº 10.856, de 05 de agosto de 1992, com a redação dada pela Lei nº 20.025, de 09 de janeiro de 2012, integrantes dos Quadros de Cargos de Provimento Efetivo da Secretaria do Tribunal de Justiça Militar e das Secretarias de Juízo 
Militar do Estado de Minas Gerais. 
§1º No caso de ingresso no cargo em data posterior à fixada no caput, o adicional será devido a partir do início do exercício. 
§ 2º O adicional de periculosidade de que trata este artigo corresponde ao percentual de 40% (quarenta por cento), incidente sobre o valor do PJ-01 da  tabela de Escalonamento Vertical de Vencimentos constante no item “b” do Anexo X da Lei nº 13.467, de 12 de janeiro de 2000. 
§ 3º O adicional de periculosidade não se incorpora, para nenhum efeito, à remuneração do servidor, nem constitui base para o cálculo de nenhuma vantagem  remuneratória, salvo a gratificação natalina e o adicional de férias. 
Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. 
Publique-se. Registre-se. Cumpra-se. 
Belo Horizonte, 30 de janeiro de 2012 
(a) Juiz Jadir Silva 
Presidente do TJM/MG 


Armas adquiridas no plano da PMMG


Em Março de 2011 foi encerrado o plano de armas da PMMG sendo que vários militares devido a necessidade de se protegerem adquiriram armas Taurus ou Imbel, porém está preste a fazer aniversário disso e as armas ainda não foram entregues aos seus proprietários. 

Já não é fácil pra cada um adquirir um equipamento tão caro, mas devido ao risco do serviço militar se estender para os momentos de folga tal aquisição se faz necessária ou mesmo imprescindível.
Desde o mês de Novembro de 2011 as armas já se encontram na intendência de alguns Batalhões porém devido a "má vontade" administrativa pois alegam que é necessário a confecção do CRAF ( Certificado de Registro de Arma de Fogo ) que é feito em BH não conseguem usar aquilo que é do militar e sendo assim correm  riscos do dia-a-dia.
Espero que nada de ruim tenha que acontecer para a burocracia existente na PM ter mais celeridade.
Ao perguntarem sobre as armas recebem apenas a informação de que ainda tem que se fazer um único documento a ser enviado para BH para tal liberação e que não é pra ficarem perguntando mais sobre isso que assim que estiverem liberadas eles avisam, e infelizmente na Polícia os militares tem que se sujeitar a arrogância de alguns.

Se houvesse força de vontade por parte da administração as armas não estariam guardadas a mais de 4 meses.

Em clima de Revolta, PMs, BMs e Policiais Civis do Rio, e a greve já foi decretada

BLOG NO QAP 


 fotos: Blog do Ricardo Gama

Após reunião, PMs da BA fazem nova proposta de negociação com governo

Três associações redigiram novo documento para avaliação do governo. 
Eles querem adiantamento do prazo para pagamento dos benefícios.

G1 BA
A reunião entre três entidades que representam policiais militares da Bahia para decidir sobre os rumos da greve após a desocupação do prédio da Assembléia Legislativa, nesta quinta-feira (9), terminou sem acordo para encerrar a paralisação, segundo o sargento Jackson Carvalho, presidente da Associação de Sargentos e Sub-tenentes de Polícia Militar, por volta das 17h. Em entrevista ao G1, o sargento disse que foi elaborada uma nova proposta, que vai ser levada ao governador para que seja aberta a negociação.
"Fizemos um documento, que já foi encaminhado ao governador Jaques Wagner, para melhorar a proposta. Queremos que a GAP IV [Gratificação de Atividade de Polícia] comece a ser paga em março, em vez de novembro [como o governo propôs]. Um percentual em março e o resto em novembro. O governo decide como será a divisão do percentual", afirma o sargento Jackson. O governo do estado não se pronunciou oficialmente sobre a retomada de negociações, e as entidades programaram uma entrevista coletiva para a noite desta quinta para detalhar a atual situação da greve.
No encontro, estiveram presentes representantes de três associações de classe e, segundo eles, também o comandante-geral da Polícia Militar, o coronel Alfredo Castro.
Sobre a GAP V, outro benefício específico da classe, que tem sido pedido pelo movimento grevista, o sargento relata que eles querem redução do prazo para início do pagamento, sem especificar detalhes. O governo prometeu quitar a GAP V entre 2012 e 2015. Ainda de acordo com o sargento, eles agora aguardam a resposta do governo para avaliar o fim da greve.


Além da reunião entre as entidades, cerca de 500 manifestantes, incluindo policiais que estavam na Assembleia Legislativa desde o dia 31, também discutem em um ginásio da capital baiana os rumos da greve.  

Novo ponto de protesto

Vários dos PMs que ocupavam a Assembleia até a manhã desta quinta se juntaram a outros manifestantes em um ginásio do Sindicato dos Bancários, em Salvador. Eles são ligados à Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares (Aspra). O grupo não permitiu que a imprensa entrasse no local, mas a estimativa é de que haja 500 pessoas.

Eles entoam gritos em defesa dos PMs e falam em manutenção da paralisação. Segundo o deputado federal Capitão Tadeu, que defende o grupo, a greve ainda não acabou. Um dos soldados grevistas, que faz parte da Justa Reserva da PM e não quer se identificar, conta que o fim da greve depende de o governo acatar o pedido de não punição irrestrita aos grevistas e o pagamento imediato dos benefícios. Segundo ele, o ato de deixar a Assembleia foi uma medida preventiva, por receio de confronto com as Força Armada e Força Nacional de Segurança.
"Todo mundo aceitou, para não ter derramamento de sangue. Prisco lembrou a guerra de Canudos, dizendo que teve muita perda e que a maioria era pai de família. Disse que ia se entregar, mas que a greve continua. Foi stress total lá dentro, ninguém aguentava mais a pressão. Todo mundo armado, tanto nós, quanto lá fora", relatou.
A greve dos PMs na Bahia começou em 31 de janeiro e o governo do estado solicitou auxílio da Força Nacional de Segurança e do Exército para fazer o patrulhamento nas ruas e cercar o prédio da Assembleia, que havia sido tomado pelos grevistas.


GAPs serão votadas
O governo da Bahia afirmou irá enviar um projeto de lei para a Assembleia Legislativa da Bahia, em Salvador, com as datas e os valores do pagamento da Gratificação de Atividade Policial (GAP) IV e V, segundo informações da Secretaria da Casa Civil. A gratificação é um dos principais pontos de negociação entre o governo e os PMs.

Não há definição de quando o projeto de lei será votado pelos deputados estaduais, que retomam as atividades no dia 15 de fevereiro. Segundo o governo, o projeto é tratado como prioritário e deve ser votado já no primeiro dia de funcionamento do legislativo.


Desocupação da Alba
O prédio da Assembleia Legislativa da Bahia, em Salvador, foi liberado na manhã desta quinta-feira (9). O ex-policial militar Marco Prisco, considerado líder do movimento, e o policial Antônio Angelim deixaram o local presos.

A saída dos manifestantes e as prisões ocorreram após o Jornal Nacional divulgar, na quarta-feira (8), conversas gravadas entre os chefes dos PMs grevistas na Bahia que mostram acertos para realização de ações de vandalismo em Salvador.


O líder da Aspra, Marco Prisco, foi flagrado em ao menos um dos telefonemas. Tanto ele quanto Angelim estavam na lista dos 12 integrantes do movimento que eram alvo de mandados de prisão. Até esta manhã, cinco foram presos.

Histórico da greve na Bahia (Foto: Arte/G1)

Assassino de militar morre em confronto com a polícia

blog do rei - BA – Um dos homens que participou da execução do policial Lenildo Santos Costa, 37 anos, morto na noite de terça-feira (07), na frente da família, em uma pizzaria no Vale dos Lagos, em Salvador, morreu na madrugada desta quinta-feira (09) em confronto com policiais da Rondas Especiais (Rondesp Central) e 23ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/ Tancredo Neves).
De acordo com informações Major Aristenes, comandante da Rondesp Central, o bandido identificado como “Tora” – que aparece de boné no vídeo –, trocou tiros com os policiais, foi atingido e chegou a ser socorrido para a emergência do Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiu os ferimentos.
Com “Tora” os policiais encontraram dinheiro – valor não revelado -, objetos furtados de várias vítimas e maconha. Todo o material foi encaminhado para a Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP).
Prisão
A polícia chegou ao executor após prender na quarta-feira (08), no bairro da Sussuarana, Léo Gordo, que não teve participação no crime, mas faz parte da quadrilha. Léo, que age no Vale da Muriçoca, bairro da Federação, informou aos policiais que os três bandidos que participaram do crime estariam escondidos no Engenho Velho da Federação.
No local os policiais encontram Rodolfo, Raul e Tora, os dois primeiros, que participaram da morte do policial, conseguiram escapar. Tora morreu no confronto. Um quarto integrante da quadrilha identificado como Jeferson Mauricio Silva Conceição, o Jéo, também está sendo procurado. Segundo o Major Aristenes, Jéo resgatou os três acusados no momento em que eles atearam fogo no veículo utilizado no crime. Léo Gordo foi apresentado na DHPP.
Morte
Lenildo Santos Costa era lotado na 23ª CIPM. O PM estava com os familiares em uma pizzaria quando sofreu uma tentativa de assalto. Ele teria reagido e trocado tiros com os ladrões, ferindo um deles. Os bandidos fugiram de carro, um Gol prata, levando o comparsa ferido.
Fonte: Policialbr

Momento de negociação e de desarmar os espíritos


Do Hoje em Dia - 9/02/2012 
Essa greve de policiais militares na Bahia preocupa as autoridades e a população dos demais estados da federação. Os amotinados estariam armados dentro da Assembleia Legislativa baiana, sem luz, sem água e, agora, também sem comida e remédios, já que o fornecimento foi suspenso. Do lado de fora, o Exército aumenta a cada dia o número de soldados da tropa que cerca toda a região.
Em nove dias de greve, mais de 130 assassinatos foram registrados na Bahia, as escolas suspenderam as aulas, parte do comércio fechou as portas, vários shows de artistas, inclusive o de Ivete Sangalo, foram cancelados e o Carnaval de rua está ameaçado. O prejuízo do turismo é irreversível, muita gente já cancelou as reservas e até o consulado dos Estados Unidos está recomendando aos seus cidadãos uma prudente distância não apenas de Salvador, mas também do belo litoral baiano.
Porém, o que mais preocupa são os dois lados armados diante de uma situação de impasse, que os políticos não estão conseguindo resolver. Aqui em Minas Gerais, em 1997, tivemos uma greve de policiais que acabou em tragédia.
A situação era diferente, mas a gota d’água foi um aumento salarial diferenciado, oferecido pelo Governo do Estado, que beneficiava os oficiais em detrimento dos praças. A insatisfação dos sargentos, cabos e soldados chegou às ruas em manifestações cada vez mais numerosas. Em um protesto desses, eles se aproximaram demais do Quartel General da PM, ao lado do Palácio da Liberdade, que era defendido por tropas leais ao governador. Na confusão, o Cabo Valério foi morto por disparo de fogo, manchando com sangue a história de uma das mais tradicionais e respeitadas instituições mineiras, que é a Polícia Militar.
Na época, o movimento se ampliou para 19 outros estados, de Roraima ao Rio Grande do Sul. É esse o maior perigo. A Polícia Militar tem na hierarquia um dos seus pilares, que não pode ser transposto. Os policiais são o braço armado da sociedade, o que diferencia qualquer manifestação dessa categoria de qualquer outra.
Na quarta-feira (8) mesmo, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, declarou que greve de policiais armados é ilegal por ser inconstitucional. O artigo 142 da Constituição estabelece que ao militar são proibidas a sindicalização e a greve. “A greve é um tema social. Mas, neste caso, ela é inconstitucional, é ilegal. Se viesse uma lei legitimando o direito de greve de militares, ela fatalmente cairia no STF, seria julgada inconstitucional”, disse o ministro Marco Aurélio Mello.
Independentemente do valor do salário, que é baixo tanto em Minas quanto na Bahia, à exceção, talvez, do Distrito Federal, que recebe ajuda da União para quitar a folha, o fato é que não pode prevalecer a intransigência das partes. Não é hora nem momento de demonstrações de força. Não é hora de bravatas nem de populismo eleitoral. O momento é de desarmar os espíritos, de negociação, de caminhar para uma solução antes que seja tarde.
 - Sgt Wellington - Colaborador




R7 - Segundo a presidente, atos contra a ordem pública não podem ser admitidos
A presidente Dilma Rousseff se mostrou categoricamente contra a anistia dos policiais grevistas da Bahia.
- Por reivindicar, as pessoas não têm de ser presas nem condenadas, mas por atos ilícitos, por crimes contra o patrimônio, crimes contra a pessoa e contra a ordem pública, não pode ser anistiado.
A declaração foi dada em uma rápida entrevista ao vistoriar obras da ferrovia Transnordestina, no município de Parnamirim, sertão pernambucano, a 561 km do Recife. 

- Se anistiar, aí vira um país sem regra.

A presidente afirmou que o Brasil tem hoje uma visão de garantia da lei e da ordem muito moderna.
- Nós não consideramos que seja correto instaurar o pânico, instaurar o medo e criar situações que não são compatíveis com a democracia. Não concordo em alguns casos, de maneira alguma, com processo de anistia que parece sancionar qualquer ferimento da legalidade, não concordo e não vou concordar.
Segundo ela, numa democracia sempre se tem que considerar legítimas as reivindicações, mas há forma de reivindicar.
- Não considero que aumento de homicídios na rua, queima de ônibus, entrada em ônibus encapuzados sejam uma forma correta de conduzir o movimento.Ela disse ter ficado "estarrecida" ao assistir às gravações entre líderes de movimentos da Polícia Militar divulgadas na noite de quarta-feira (8).
- Há outros interesses envolvendo toda essa paralisação.
A presidente disse aguardar com muita expectativa o desenrolar de todos os acontecimentos e garantiu que o governo federal vai agir prontamente com suporte e apoio aos governadores sempre que eles peçam.
- Em os governos solicitando, terão presença garantida do governo federal em todas essas questões.
Assista ao vídeo:


Agência Estado

RIO - Alerj aprova aumento de policiais, bombeiros e agentes penitenciários

Deputados votam destaques ao projeto aprovado, que podem mudar o texto.Aumento será de 39% até fevereiro de 2013. Clima é tranquilo na Assembleia. Por 59 votos contra um, os deputados da Assembleia Legislativa

PARALISAÇÃO NA BAHIA» Policiais Militares decidem pela permanência da greve




Depois de desocuparem a Assembleia Legislativa em Salvador, nesta quinta-feira, os policias militares se reuniram no ginásio do Sindicato dos Bancários e decidiram pela continuação da greve. Segundo informações do governo, eles insistem no pedido de revogação do mandado de prisão de 12 líderes do movimento e na garantia de anistia a todos os envolvidos. Uma nova assembleia está marcada para a tarde de hoje.

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Segundo o tenente coronel Márcio Cunha, a desocupação da Assembleia ocorreu de forma pacífica. Dessa forma, o Exército que fazia cerco aos policiais volta à função de proteção à população. 

Durante a desocupação do prédio, o líder do movimento, Marcos Prisco, foi preso e levado para as instalações da polícia do exército, em Salvador. Ele e mais 10 militares tiveram a prisão decretada pela Justiça. Depois de serem revistados, os policiais militares que não tinham mandado de prisão eram liberados.

Prejuízo

Desde o início da greve, no dia 31 de janeiro, o número de homicídios cresceu rapidamente, deixando a população e os turistas assustados. Por causa da greve, as aulas estão suspensas nas escolas públicas e privadas e, em alguns bairros, lojas de eletrodomésticos, alvo preferido dos saqueadores, estão fechadas. Cerca de 120 pessoas foram assassinadas desde o início da paralisação.

O turismo no carnaval também está ameaçado, segundo o presidente do Conselho Baiano de Turismo, Sílvio Pessoa. De acordo com ele, durante o carnaval, a capital baiana costuma ter 100% de ocupação de hotéis, mas neste ano a expectativa é receber até 70%. "A greve dos policiais realmente prejudicou a economia, teremos grandes problemas de faturamento", diz.

(Com informações da Agência Brasil)

Como o stress pode afetar a vida de policiais e bombeiros

Sinal de alerta para greve de PMs em Alagoas

Polícia Militar decide nesta quinta-feira se entra em greve em Alagoas

A tarde desta quinta-feira será decisiva para a Polícia Militar de Alagoas. A tropa participa de uma assembleia-geral às 15 horas no Clube dos Oficiais, no Trapiche, para discutir o que de fato avançou do ano passado para cá em relação a pauta de reivindicação da categoria. Antes, pela manhã, o grupo deve ter mais uma conversa com integrantes do Governo do Estado.