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quinta-feira, 29 de março de 2012

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POLICIAIS E O USO DE ARMA DE FOGO FORA DO SERVIÇO


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Maj PM Paulo Roberto de Madeiros
(Asp da turma de 1989)FONTE AOPMBM - Não se discute a Legalidade do porte de arma de fogo de "uso permitido e restrito (P.40)" por policiais, mesmo fora de serviço, desde que estejam também de posse do CRAF (Certificado de Registro de Arma de Fogo), registrado no SINARM (policial civil e federal) ou SIGMA (militares estaduais) e expedidos pelas respectivas Instituições a que pertençam. O porte de arma de fogo em serviço quando o policial está exercendo sua respectiva atividade profissional de segurança pública, é inerente à função e ao cargo que ocupa, entretanto, a polêmica surge quando nos perguntamos se o policial deve ou não portar arma de fogo fora de serviço em qualquer situação. Como a regulamentação federal prevista no §1º, art. 6º da Lei 10.826/03, bem como nos §§1º e 2º, art. 26 c/c §§1º e 2º, art. 33 do Dec. 5.123/04 remetem a regulamentação do porte de arma de policiais para norma própria, no caso da PMMG, incisos I ao IV, §2º, art. 41 da Resol. n. 4.085/10-CG, tentaremos resolver, com razoabilidade, algumas questões de ordem, as quais se apresentam como primordiais para uma tomada de decisão entre sair de casa armado ou desarmado:



Ofício 22-2012 da Aspra - Entregue ao novo Secretário da SEDS
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Escrito por Priscila Souza   
Qui, 29 de Março de 2012 10:38
 Of.21 2012 - Aspra-PM/BM – Belo Horizonte, 26 de março de 2012

 Anexo: ofício 22-2012 da Aspra

Ilmo. Senhor

A ASSOCIAÇÃO DOS PRAÇAS POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES DE MINAS GERAIS – ASPRA-PM/BM,criada e em funcionamento de acordo com a legislação vigente, entidade de classe que congrega militares de todos os níveis hierárquicos, pensionista e seus familiares, com atuação em todo estado de Minas Gerais, vem a Vossa Presença para expor, reivindicar e sugerir o seguinte:
Primeiramente, queremos cumprimentá-lo pela nomeação para o cargo de Secretário de Defesa Social do Estado de Minas Gerais, bem como agradecê-lo pela deferência do convite para esta audiência, o que por si só já demonstra os princípios de homem e gestor público com os quais Vossa Excelência conduzirá tão importante missão.
Nesta primeira oportunidade, a Aspra-PM/BM quer apresentar algumas de suas preocupações e sugestões para a gestão da Segurança Pública em Minas Gerais, quais sejam:

Ilmo. Senhor
RÔMULO DE CARVALHO FERRAZ
DD SECRETÁRIO DE ESTADO DE DEFESA SOCIAL DE MG
CAPITAL
Integração  – A integração do sistema de segurança pública em Minas Gerais é uma conquista da sociedade, cuja adoção foi amplamente defendida pela Aspra, e cujos princípios devem ser aperfeiçoados e ampliados.
Contudo, o projeto de integração não pode ser obstáculo a avaliações e crítica de ações e orientações institucionais, e muito menos de ações individuais dos integrantes das corporações e órgãos que compõem o sistema de defesa social, notadamente de seus dirigentes.
Plantão nas delegacias – Apesar de reconhecermos a insuficiência do efetivo da Policia Civil para atender a sociedade enquanto porta de entrada de suas demandas, e principalmente das demanda geradas pela Polícia Militar, entendemos não ser este o único motivo para que viaturas da PM permaneçam até 20 horas aguardando o registrar da ocorrência, na Região metropolitana, e no interior, deslocando até 400 km para fazer um registro de ocorrência.
A Aspra já denunciou por diversas vezes, que em muitos casos, há uma ação deliberada e irresponsável de alguns delegados que, mesmo não estando ocupados, se negam a receber, ou retardam o recebimento de ocorrências. As consequências têm sido muito graves, pois a sociedade fica privada do policiamento ostensivo, as vítimas desacreditam no sistema por não terem os serviços os quais se espera do Estado, potencializa-se conflitos entre policiais militares e policiais civis, e perde-se fortuna em mão de obra e equipamentos parados nas delegacias.
Pode-se enxergar nisto, também, uma ação deliberada de alguns delegados no sentido de humilhar policiais militares e tentar estabelecer uma relação de “superioridade” da polícia civil em relação à militar, e por consequência uma subordinação que não existe. A competência distinta não subordina uma à outra.
 No interior do Estado, além da realidade descrita acima, os policiais militares ainda são obrigados a deslocar por até 400 km para registrar uma ocorrência, e muitas vezes serem desmoralizados pela decisão do delegado, que da delegacia em que está de plantão, ou mesmo não estando de serviço, mas sendo o responsável por uma delegacia, determina a liberação de um infrator preso pelo Policial militar.
Para minimizar este problema, uma medida gerencial importante, e que pode ser implementada sem a necessidade de novo ordenamento jurídico, é a adoção da confecção do TCO também pelos Policiais Militares, medidas já adotadas em vários Estados (vide anexo)
O processo de formação e treinamento a que são submetidos os Policiais Militares lhes conferem o conhecimento necessário à identificação legal das ocorrências abrangidas pelas definições e alcance da lei 9.099/95, cujo encaminhamento necessário é a lavratura do TCO e seu encaminhamento para os juizados especiais.
Esta medida, além de potencializar as ações e presença dos Policiais Militares no policiamento ostensivo, liberaria a Polícia Civil para sua função principal que é investigar, haja vista que, segundo divulgado, menos de 5% das ocorrências recebidas nas delegacias têm seu curso investigatório iniciado de fato, e destes, a maioria não chegam à justiça com elementos suficientes para julgamentos.
Ainda nesta linha de maximizar os recursos humanos e materiais existentes, e para se evitar a demora estressante no recebimento das ocorrências, da negativa em recebê-las pela divisão por especialidade e por plantões, e considerando que as delegacias é que são especializadas, e não necessariamente a Aspra-PM/BM, defende que as ocorrências possam ser recebidas nas delegacias de acordo com a região geográfica onde o fato delituoso ocorreu, e que a partir daí haja a sua distribuição para as especializadas para as medidas decorrentes de investigações, instauração  de inquéritos, etc.
Assim como a Polícia Militar atende todas as ocorrências de sua área, ou seja, os militares possuem o conhecimento necessário para atuar em todos os tipos de delito, o pressuposto é que os policiais civis também estão preparados para tal. Para as investigações, é obvio que é necessário atentar para as particularidades e especificidades de cada fato, e, neste contexto, é natural que entendamos a necessidade de estruturação de especializadas. Neste raciocínio, vale lembrar que no interior, via de regra, não existe especializada, e ainda que algumas especializadas se resumem a uma só para atender todo o estado, o que dá consistência a proposta ora defendida pela Aspra.
Nesta mesma linha, a Aspra reivindica a revogação imediata da resolução conjunta 149/2011 da SEDS, e que se estabeleça um forma mais eficaz para a segurança pública,  e menos constrangedora para os Policiais Militares no encaminhamento das ocorrências.
Vale ressaltar que esta resolução foi adotada como medida emergencial diante da pressão exercida pelos delegados quando de seu movimento reivindicatório, e que fora inicialmente regulado pela resolução conjunta 148/2011. Portanto não podemos conformar que uma medida emergencial, que compromete a qualidade da prestação dos serviços de segurança desenvolvidos pela Policia Militar, seja mantido inalterado, mesmo após o processo reivindicatório.
Subnotificações de crimes violentos: A Aspra vem denunciando há vários anos o que ela considera um equívoco na estratégia política de demonstração de resultados em relação à incidência de crimes violentos.
Ressaltamos que a Aspra não é, e nunca foi contrária à adoção de métodos de avaliação de resultados, como mecanismos de buscar sempre o aperfeiçoamento de suas ações, sempre maximizando seus recursos humanos e materiais.
Contudo, os indicadores estabelecidos para aferir a incidência de crimes violentos têm levado a uma saturação da capacidade de resposta dos órgãos de segurança, notadamente as Polícias Militar e Civil. Isto por que no início de sua implementação já se estabeleceu como política a subnotificação dos crimes violentos, através do registro da codificação adotada para o fato. Não traduzimos este fato como “maquiagem das ocorrências”, pois os fatos estão devidamente registrados. O que está havendo é uma codificação deste fato de forma a gerar uma subnotificação dos crimes violentos. Estes dados só interessam ao Governo, que os utilizam em suas campanhas publicitárias como resultados de suas estratégias de gestão.
Na realidade, esta prática é fruto da orientação e está sendo adotada na Polícia Militar e Polícia Civil, o que indubitavelmente está fragilizando a autoridade dos policiais, menosprezando seus conhecimentos, aprofundando seu estresse com consequências irreversíveis no processo de adoecimento da tropa. E, ao final, a culpa pelo crescimento da violência vai recair sobre os ombros dos policiais militares, pois o poder de mídia do Governo, traduzindo os seus investimentos e ações gerenciais, gera uma sensação de incompetência e irresponsabilidade dos policiais, que mesmo tendo todas as condições dadas pelo governo foram incapazes de conter a violência.
Diante disto, a Aspra defende a mudança nos critérios e indicadores das metas a serem perseguidas e alcançadas pela segurança pública, bem como a correção da orientação institucional relativas à classificação dos fatos delituosos no REDS. É politicamente melhor o Governo admitir uma nova metodologia nos registros, o que impactará nos números de crimes violentos na prática registrados, do que esperar mais uma crise de credibilidade da população em relação as suas instituições policiais. Na mesma linha, teremos como consequência a melhor valorização das ações dos Policiais, em especial dos Militares, sobre quem recai a responsabilidade pelo registro do REDS.

Conflitos envolvendo policiais civis e militares - Os conflitos envolvendo policiais civis e policiais militares têm preocupado sobremaneira, em especial por que alguns deles resultaram em mortes.
Contudo, pode-se afirmar, com segurança, que na maioria absoluta destes episódios há uma provocação deliberada dos policiais civis, que estando de folga, se negam a se identificarem, ignoram o papel e responsabilidade do policial militar de serviço, sacam armas, ameaçam policiais militares, fogem de abordagens, intimidam os militares e são protegidos pela própria Polícia Civil, que acobertam suas ações.
Nesta mesma linha, a deliberação da polícia civil de instaurar inquérito para apurar crimes de homicídio praticados por Policiais Militares em serviço, mesmo e quando já há um inquérito Policial Militar, é mais um esforço de tentar estabelecer uma relação de uma subordinação que não existe. A lei é clara quanto ao julgamento destes crimes pela justiça comum. No entanto, a apuração pode, e deve ser feita pela Polícia Militar, cabendo a Justiça Militar declinar da competência para o julgamento, o que tem sido cumprido.
No entanto, mesmo com as delegacias abarrotadas de inquéritos para apurar homicídios, que na maioria das vezes não são concluídos com a identificação dos autores, a polícia civil insiste em instaurar inquéritos para apurar fatos já objeto e de Inquérito Policial Militar.
A Aspra defende e reivindica que haja uma orientação formal quanto aos procedimentos e apoio dos policiais civis de folga quando das abordagens realizadas pela Polícia Militar, bem como uma definição institucional quanto à legitimidade e suficiência do Inquérito Policial Militar para apurar os crimes de homicídio cometidos por Policiais Militares em serviço.
Por fim, a Aspra-PM/BM se coloca à disposição deste Secretário para contribuir com o aperfeiçoamento das políticas públicas de segurança, sempre buscando maior eficiência e eficácia das ações Policiais, primando sempre pela valorização e reconhecimento do principal instrumento de redução da criminalidade e prevenção da violência, que é o homem.
Sendo o que nos apresenta, subscrevemos, apresentando nossos protestos de elevada estima e consideração.

Atenciosamente,

Raimundo Nonato Meneses Araújo, Subten
Presidente

Comissão vai discutir circunstâncias da morte de sargento


A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais aprovou, nesta quarta-feira (28/3/12), requerimento dos deputados Sargento Rodrigues (PDT) e Durval Ângelo (PT) para realização de audiência pública com o objetivo de discutir as circunstâncias da morte do sargento PM Rafael Augusto Reis de Rezende, em frente ao Clube Itaporã, na cidade de Esmeraldas (Região Metropolitana de Belo Horizonte). Segundo Rodrigues, quatro testemunhas viram o sargento, já caído no chão, recebendo três tiros na cabeça.

Também foi aprovado requerimento do deputado Sargento Rodrigues solicitando que seja encaminhado ao comandante-geral da Polícia Militar pedido de providências para instaurar procedimento que apure suposta simulação de doença cometida pelo tenente coronel PM Marcos Barbosa da Fonseca, que foi flagrado jogando futebol durante licença médica.



Fonte: www.almg.gov.br
Autor: Assessoria de imprensa da ALMG

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PMB (Partido Militar Brasileiro) tem seu registro aprovado junto ao CNPJ


É como muita satisfação e orgulho que comunicamos nossa conquista após anos de luta, na data de hoje o Partido Militar Brasileiro foi reconhecido como pessoa jurídica junto a Receita Federal, oficializado pelo CNPJ nº 15.274.758/0001-95, restando agora somente o recolhimento das Fichas de Apoiamento para que possamos finalmente ser reconhecido pelo TSE e ter direito ao espaço publicitário eleitoral e ao repasse do fundo partidário.
O Partido Militar Brasileiro-PMB, é um partido que preza pela democracia e é formado por civis e militares sem distinção, posicionando-se como de centro-direita, tem um foco especial na área da segurança publica e soberania Nacional, e tem como princípios a ética, a honestidade, o patriotismo, a lealdade, a disciplina, a transparência, a igualdade, o rigor e seriedade no controle dos gastos públicos e contra a corrupção.
Nosso objetivo imediato é lançar candidatos para todos os cargos e em todos os Estados em 2014, ou seja, Deputados Estadual e Federal, Senador, Governador e principalmente Presidente da Republica, lembrando que pelo nosso Estatuto obrigatoriamente nossos candidatos deverão encabeçar qualquer coligação partidária.
Convidamos a todos que se identificam e comungam com nossos princípios e ideais para que se juntem a nós, conheça nosso partido através de nosso site, assinem e ajudem na coleta das assinaturas nas Fichas de Apoiamento, a data de hoje sem duvida já é um momento histórico e merece comemoração, já está na hora de darmos um basta a toda podridão que permeia o meio politico. Vamos invadir e moralizar o Congresso Nacional – pela via democrática!
fonte: PMB
www.partidomilitarbrasileiro.com.br
- Sgt Wellington - Colaborador

POLICIAIS TERÃO QUE DEVOLVER DINHEIRO DO BOLSA FORMAÇÃO (PRONASCI)

O projeto Bolsa-Formação do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), carro-chefe do governo federal no combate à violência, repassou indevidamente recursos a cerca de 3 mil profissionais em todo o país. Policiais, bombeiros, agentes penitenciários e peritos receberam o benefício mensal de R$ 443 como incentivo para fazerem cursos virtuais de capacitação, mesmo sem atender às condicionalidades impostas pelo projeto — como o teto salarial de R$ 1,7 mil ou estar em atividade na área da segurança. A quantia embolsada ilegalmente entre 2008 e 2011 chega a R$ 5 milhões — valor que agora o Ministério da Justiça, gestor do Pronasci, tenta receber de volta.
Ofícios começaram a ser expedidos neste mês aos profissionais solicitando a devolução dos recursos repassados indevidamente. Eles terão 60 dias para questionar a cobrança. Se decidirem quitar os débitos, poderão parcelar. Caso se recusem a ressarcir os cofres públicos, serão acionados judicialmente, via Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. 
A secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Mikki, não acredita que será preciso chegar a tal ponto. “Creio que, na maior parte dos casos, os profissionais receberam de boa-fé, achando que poderiam receber. Pode ser um policial que tenha morrido, por exemplo. Essa família vai ser convidada a devolver o que foi repassado”, diz.      CORREIO BRASILIENSE
- Sgt Wellington - Colaborador

REFLEXÃO


Aécio Neves: Descaso com a segurança pública em MG





O senador Aécio Neves disse hoje que apresentará ao Ministério da Justiça um requerimento pedindo explicações sobre o cancelamento da construção das 218 Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) em Minas, anunciada pelo governo federal em 2010. O ex-governador de Minas disse que a decisão do governo federal retira investimentos importantes para o Estado, que enfrenta o crescimento de crimes violentos após anos de queda da criminalidade, e revela falta de solidariedade para com os mineiros.


PM prende dois e recupera veículo roubado
Militares da Cia Tático Móvel prenderam, na tarde de ontem, no bairro San Marino, dois homens suspeitos de praticar o tráfico de drogas, o porte ilegal de arma de fogo e o roubo de uma motocicleta, este último no bairro Eldorado, em Contagem.
Os policiais chegaram até os suspeitos através de informações anônimas e encontraram na casa de um dos homens um revólver calibre 22 municiado com 3 cartuchos intactos de mesmo calibre, 9 pedras de substância semelhante ao crack, 3 buchas de substância semelhante à maconha, R$ 25 em dinheiro e 2 aparelhos de telefone celular. Na residência do outro envolvido a PM localizou ainda a motocicleta Honda CB 300 roubada no último dia 27 e um revólver calibre 38 municiado com 06 cartuchos.
A motocicleta foi removida ao patio seguro, em Belo Horizonte, e os suspeitos e os materiais apreendidos encaminhados para a 10ª Seccional de Neves, onde aqueles foram autuados em flagrante pela polícia civil. BO 1118286

Três pessoas são detidas por porte ilegal de arma
Durante a noite de ontem, policiais militares da 204ª Cia apreenderam duas adolescentes e prenderam um homem no bairro Suely suspeitos de porte ilegal de arma de fogo.
Os policiais foram informados por populares que na residência dos suspeitos estaria ocorrendo o tráfico de entorpecentes, sendo encontrado no local indicado um revólver calibre 32 municiado com 05 cartuchos intactos e a quantia de R$ 1120,00 em espécie.
As adolescentes apreendidas e homem preso foram encaminhados à 10ª Seccional, onde a ocorrência foi encerrada. BO 1118986

205ª Cia apreende suspeitos de assalto em Esmeraldas
Dois adolescentes foram apreendidos, na noite de ontem, após cometerem um assalto à residência no bairro Caracóis, em Esmeraldas.
Os menores subtraíram da residência um aparelho celular e um CPU de computador, tendo usado o veículo Fiat Uno, de propriedade das vítimas, na fuga.
Os suspeitos foram localizados após colidirem o veículo roubado, sendo encontrados na posse deles a arma utilizada no crime, um revólver calibre 38 municiado com 06 cartuchos intactos, bem como os objetos roubados.
Os menores, juntamente com seus responsáveis legais, foram encaminhados para a 4ª Delegacia, em Esmeraldas, onde ficaram a disposição da polícia civil. BO 1118801

Fonte: Assessoria de Comunicação Organizacional 40º BPM
Te: 30360762
Gastos
Levantamento feito pela ONG Transparência Brasil revela que cinco deputados federais eleitos pelo Triângulo gastaram até fevereiro R$1,044 milhão com a manutenção de seus mandatos, via verbas indenizatórias. Nenhum deles – Aelton, Aracely de Paula, Gilmar Machado, Marcos Montes e Piau – consumiu menos de R$250 mil com consultoria, divulgação, transporte e aluguel, principalmente.






Wellington Cardoso Ramos - wellingtoncardoso@terra.com.br - coluna FALANDO SÉRIO JORNAL DA MANHÃ - UBERABA


Sou a favor que se comprovada a culpa do motorista que ele pague apenas a franquia, chega de pagar "consórcio" ....


Nós vivemos a era do medo. O medo de andar nas ruas, de não ter futuro tranquilo, de não dar conta da criação dos filhos, mas, principalmente, o medo de assumir as coisas. Já repararam como todo mundo faz discurso e ninguém assume nada? Converse com um deputado sobre o quanto é difícil aprovar um requerimento, pedir uma providência ou colocar em votação um projeto; pergunte a um policial quantas vezes ele prendeu a mesma pessoa nos últimos meses e ninguém a tira de circulação; pergunte a determinados advogados o quanto é difícil conversar com um juiz; pergunte aos clientes como é raro encontrar alguns minutos de atenção do seu advogado. Mas, sobretudo, pergunte ao cidadão que paga impostos o tamanho de sua decepção com a ausência de Estado na sua vida. Antes, o discurso era o de que havia Estado demais - com o que, de certa forma, concordo. Acho que a gente tem mesmo de entregar muitos serviços à iniciativa privada, que é mais ágil e competente. O que incomoda agora é a falta de providências no que é essencial e missão exclusiva do Estado. Quando a gente precisa de água limpa, compra um garrafão; quando quer segurança, contrata um vigia; quando precisa de boa educação para o filho, o coloca em escola particular; quando dói a barriga, corre para o plano de saúde. Enfim, toda vez que a gente necessita da devolução, pelo governo, dos impostos que pagamos em forma de prestação de serviços essenciais, a gente não tem. Vejamos o caso daquele túnel na curva do ponteio, na BR-356: é inacreditável que tenha sido interditado em dezembro e continue do mesmo jeito, com perspectivas de obras para agosto. Ele é um exemplo de como a gente fica refém dos serviços públicos desmoralizados. A mesma coisa serve para quando ficamos parados em uma rodovia porque não retiram logo da pista um veículo acidentado; a mesma raiva a gente tem quando percebe falta de fiscalização das agências reguladoras em relação a companhias prestadoras de serviço. Enfim, toda hora há um exemplo de como estamos abandonados à própria sorte. Nos salva o espírito brasileiro. Agora mesmo, moradores do bairro de Lourdes e donos de bares e restaurantes ensaiam um acordo que tem tudo para por fim a eternas disputas e permitir a alegria do encontro de amigos com a necessidade fisiológica de dormir. Tomara que dê certo, pois há 114 anos a prefeitura se mostra incapaz de resolver!
Eduardo Costa


Uma das mulheres chegava naquele momento do Mato Grosso para entregar a droga


 
Duas mulheres foram presas no fim da noite de quarta-feira com quatro tabletes de cocaína na Rodoviária de Uberlândia, no Triângulo Mineiro. De acordo com a Polícia Federal (PF), as suspeita já eram investigadas há alguns meses. As mulheres chegaram ao terminal em carros. Foram abordadas pelos policiais federais que encontraram a droga dentro de um dos veículos. 

Uma das mulheres chegava naquele momento do Mato Grosso e faria a entrega para a outra, que se encarregaria da distribuição em local ainda não identificado.As duas foram autuadas por tráfico de drogas e encaminhadas para o Pesídio de Uberlândia.

FELIZ ANIVERSÁRIO SD Rosane da 8º CIA MESP - MONTES CLAROS - MG



Dentro outros, receberam a comenda o comandante-geral da Polícia Militar de Minas Gerais, Coronel Márcio Martins Sant’Ana; o chefe do Estado-Maior da Corporação, Cel Divino Pereira de Brito; o subchefe do Estado-Maior, Cel Robson Alves Campos Ferreira; o comandante da Academia de Polícia Militar, Cel Sérgio Augusto Veloso Brasil.LEIA NO PORTAL DA PMMG>>>>>




O diretor de Recursos Humanos do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais Coronel Pedro Alvarenga recebeu, no dia 25, a Comenda Ambiental Estância Hidromineral de São Lourenço. A cerimônia contou com a presença do governador Antônio Anastasia. A comenda foi criada em 2010, para homenagear personalidades que se destacaram na defesa do meio ambiente, do turismo e do desenvolvimento sócioeconômico e cultural do município localizado no Sul do Minas. Participaram do evento o comandante militar do Leste, General de Exército Adriano Pereira Junior, o comandante do Corpo de Fuzileiros Navais, Almirante de Esquadra Marco Antônio Magalhães, o Comandante Geral da Polícia Militar, Coronel Marcio Santana e o comandante do 9º Batalhão de Bombeiros (Varginha) Tenente Coronel Ernande Brandão David, dentre outras autoridades.FONTE: PORTAL DOS BOMBEIROS DE MG


Perseguição teve início no Bairro Roosevelt, nesta quarta-feira (28). 
Policiais que estavam na viatura sofreram ferimentos leves.
Lateral da viatura e a parte superior ficaram
danificadas (Foto: Reprodução/TV Integração)
Uma viatura da Polícia Militar (PM) capotou depois de uma perseguição a dois homens que estavam em uma moto nesta quarta-feira (28), em Uberlândia. De acordo com a PM, os homens fugiram após avistar a viatura no Bairro Roosevelt. 

Ao perceber que os homens estavam fugindo, os policiais começaram a perseguição, mas ao fazer uma conversão na Avenida José Andraus Gassani, no Distrito Industrial, a viatura derrapou e capotou. O veículo só parou depois de bater em um poste. A lateral da viatura e a parte superior ficaram danificadas e os vidros quebraram.

Os policiais que estavam na viatura foram levados para um hospital com ferimentos leves. Os homens foram presos pouco tempo depois por outra viatura, no Bairro Guarani.

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