SOLUÇÃO EMPRÉSTIMOS

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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Atleta marroquino do boxe é preso por suspeita de estupro na Vila Olímpica



Hassan Saada, de 22 anos, foi preso na manhã desta sexta-feira. Ele teria estuprado duas camareiras brasileiras na quarta-feira.

O atleta marroquino de boxe Hassan Saada, de 22 anos, foi preso na manhã desta sexta-feira (5) suspeito de ter estuprado duas camareiras brasileiras na Vila dos Atletas, na quarta-feira (3).

A prisão temporária do boxeador foi decretada pelo Juizado do Torcedor e dos Grandes Eventos, com base em provas reunidas por investigadores da 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes).

O atleta iria competir neste sábado (6), às 12h30, no Pavilhão 6 do RioCentro, com o turco Mehmet Nadir Unal, mas está fora da competição porque estará preso por 15 dias. (Saiba mais detalhes sobre o lutador)

De acordo com a polícia, ele teria chamado as duas camareiras como se quisesse uma informação. Quando elas entraram no quarto dele para verificar o que o boxeador queria, ele as atacou e passou a apertar as coxas de uma delas e os seios da outra. Hassan Saada estava com mais dois atletas no quarto, que nada fizeram com as duas mulheres. Elas conseguiram se desvencilhar e saíram do quarto.

Natural de Casablanca, maior cidade marroquina, Saada conseguiu a classificação para a Olimpíada na categoria meio-pesado apenas em junho deste ano no torneio qualificatório em Baku, no Azerbaijão. Ele foi nono colocado no Mundial de boxe de 2015, em Doha.

O Comitê Rio 2016 afirmou que está ciente do caso, que a prisão extrapola o âmbito esportivo e que vai colaborar com as investigações no que for necessário.

Outra suspeita de estupro
No domingo (31), o segurança Genival Ferreira Mendes, funcionário da empresa Gocil, que presta serviços ao Comitê Rio 2016, foi autuado em flagrante suspeito de praticar ato libidinoso contra uma bombeiro civil dentro do Velódromo, no Parque Olímpico.

De acordo com o Comitê Rio 2016, a empresa Gocil foi notificada de que o funcionário "infringiu o código de conduta e ética do Comitê".
G1