SOLUÇÃO EMPRÉSTIMOS

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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Fim da linha para a "gangue dos gêmeos"





Fonte: O Tempo

A Polícia Civil de Betim, na região metropolitana, apresentou nessa sexta-feira (26) nove suspeitos de integrar a gangue “Didi e Ia”, liderada por irmãos gêmeos há pelo menos dez anos.

O grupo seria responsável por movimentar o tráfico de droga nos bairros Nossa Senhora das Graças e Taquaril, em Betim, e Campo Alto e Sapucaias, em Contagem. “São homens responsáveis pela venda e compra de drogas e suspeitos de envolvimento em mais de dez homicídios que ocorreram durante esses últimos anos nessas regiões”, afirmou o delegado Otávio de Carvalho.

Ainda de acordo com o delegado, anteontem foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão e também de prisão, que resultaram na prisão de Fabiano dos Santos, de 24 anos – sendo este apontado como um dos líderes do grupo – Daniel Lucas Valadares, de 20, Gilliard da Cruz, de 22, Mateus Gabriel Valadares, também de 22, Leandro dos Santos Ferreira, de 25; Eulália Maria da Cruz, de 40, Reinaldo Ferreira Neves, de 38, Paulo Eustáquio Ferreira de Assim, de 28, e Wesney Henrique Alves da Silva, de 22.

O irmão gêmeo de Fabiano, Fabrício dos Santos, de 24, que seria o outro líder da quadrilha, está foragido. Outros dois homens também são considerados foragidos.
“Pedimos ajuda da população que ligue através do 181 e denuncie, caso alguém saiba do paradeiro dessas pessoas”, acrescentou o delegado.

Os presos, que já tinham passagens antes, vão responder agora por tráfico de drogas, associação ao tráfico, organização criminosa e pelos homicídios que estão sendo investigados.

Outra gangue

Ainda de acordo com o delegado Otávio de Carvalho, a gangue rival à dos irmãos gêmeos será investigada pela Polícia Civil. “É uma outra quadrilha que apresenta riscos altíssimos à sociedade e, por esse motivo, também será investigada”, disse.

Para o chefe da divisão de crimes da Polícia Civil, Matheus Cobucci, a desarticulação de grupos como a gangue “Didi e Ia” ajuda na redução de crimes e traz segurança à população. “Operações como essas combatem vários outros crimes que têm ligação ao tráfico de drogas, como homicídios, por exemplo, e ajuda na criação de mais segurança à população”, afirmou o policial civil.