SOLUÇÃO EMPRÉSTIMOS

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sábado, 3 de setembro de 2016

Associação promete R$ 3mil para quem denunciar assassinos de PM


Fonte: G1
A Associação Geral dos Militares Estaduais do Espírito Santo (AGEM-PMBM ES) oferece recompensa de R$ 3 mil para quem ajudar a encontrar os assassinos do sargento Zózimo Gomes, policial militar da reserva, de 54 anos, que foi morto a tiros na porta de casa em Nova Itaparica, Vila Velha, na noite desta quinta-feira (1).
A família do sargento não quis falar com oG1.
Zózimo estava na frente de casa, por volta das 20h30, retirando algumas compras de dentro do carro quando foi abordado por um criminoso armado que saiu de um Honda City preto.
O suspeito revistou a vítima, encontrou uma arma na cintura dela e atirou várias vezes contra o policial.
Um vídeo mostra toda a ação dos criminosos, que fugiram após atirarem no sargento. Nas imagens, é possível ver o momento que dois suspeitos chegam próximo ao carro do policial, rendem a vítima, mas por encontrar uma arma na cintura dele, atiram. 
O presidente da AGEM, Maxson Luiz da Conceição, lamentou a morte do policial, que foi para reserva em 2015, e disse que a associação está chocada com o crime.
"Recebemos a notícia com uma tristeza profunda. Zózimo foi um militar que serviu por trinta anos à população do Espírito Santo. Foi para a reserva no ano passado e foi assassinado", lamentou.

Quem tiver informações que ajudem a polícia a encontrar os bandidos, pode fazer a denúncia na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, em Vitória, ou ligar anonimamente e gratuitamente no 181.
"Se for uma informação que leve a polícia aos bandidos, vamos entrar em contato para entregar a recompensa de R$ 3 mil. O cidadão deve entrar em contato imediatamente com a Polícia Civil se souber de algo. Ele era um militar muito querido e que foi morto por ser policial e por estar armado", disse.
A Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar do ES comunica que foi surpreendida com a notícia da morte do sargento da reserva da Polícia Militar Zózimo Gomes e afirma que o assassinato do sargento gerou grande comoção e clamor perante à tropa devido ao seu ilibado histórico profissional.