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domingo, 11 de setembro de 2016

Policial Militar usa estratégia própria para ir bem no Cartola e ganha aposta

Morador de Presidente Epitácio, no interior paulista, analisa desempenhos recentes dos atletas para escalar. Na 23ª rodada, "Negro Lei F.C." fica em 2º entre 700 times

Por Valmir Custódio

A cada ligação para o número 190, o policial militar Odirlei Batista da Cruz, de 38 anos, está sempre de prontidão para atender todo tipo de ocorrência em Presidente Epitácio – no interior paulista –, cidade onde também mora. Em meio à rotina, que para muitos é arriscada e estressante, o PM encontra espaço para ser cartoleiro e até se tornou o vice-campeão da 23ª rodada da liga doGloboEsporte.com/tvfronteira, que conta com cerca de 700 times participantes. Para ele, o "fantasy game" tem se tornado um lazer entre amigos, família e companheiros de farda. A estratégia eficaz no jogo até rendeu um presente ao militar.

Corintiano de coração, o cartoleiro não teve preconceito na hora de escolher o time que lhe rendeu a segunda posição na liga e 88.46 pontos, atrás apenas 0.83 do primeiro colocado. Seu elenco foi composto por dois jogadores do Palmeiras, um jogador e o técnico do Corinthians, três do Cruzeiro, dois do Internacional, um do Botafogo, um do Flamengo e um do Atlético-MG (veja a escalação abaixo). Seu maior pontuador (25.90 pontos) foi o atacante Fred, do Galo, que fez dois gols no triunfo por 2 a 1 sobre o Vitória, na quarta-feira (7). Apenas o goleiro palmeirense Jailson negativou (-2.30) no "Negro Lei F.C.".

– Vejo os times que vão jogar em casa e me baseio na média de rendimento dos jogadores nas últimas cinco partidas. O Fred é bom atacante e sempre faz gols jogando em casa.

Odirlei joga Cartola FC há três anos e, a cada temporada, diz estar melhorando o seu rendimento no "game". Em casa, o filho, de 10 anos, e a esposa, de 30 anos, também são cartoleiros e, entre eles, a competição rende até apostas.

– Nos dois últimos anos eu ganhei em duas ligas que participei. A família inteira joga e fizemos uma aposta de que quem ganhasse o primeiro turno poderia escolher um presente. Eu ganhei e escolhi um tênis. Valeu a pena – disse Odirlei, que também destacou como é competir na liga do GloboEsporte.com/tvfronteira.

– A liga é muito boa, bem disputada, e tem gente da cidade inteira participando dela, inclusive companheiros do serviço.

Globo Esportes