SOLUÇÃO EMPRÉSTIMOS

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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

AGENTES PENITENCIÁRIOS E SOCIOEDUCATIVOS FAZEM DESABAFO NA COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA


O deputado Sargento Rodrigues, Presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) recebeu cerca de 1.500 agentes penitenciários e socioeducativos que vieram em passeata desde a Praça da Estação na manhã desta quinta-feira, 10/11/2016, ocasião em que realizaram audiência pública na Comissão para debater a possibilidade de demissão de muitos agentes penitenciários e socioeducativos como também a capacidade de considerar, para efeitos de pontuação em concurso público para provimento de cargos de agentes, como título, o cômputo dos anos anteriormente trabalhados nas áreas de segurança pública e defesa social do Estado.

Rodrigues também destacou que todos são unânimes em defender o concurso público e a nomeação dos concursados de 2013, mas que os agentes penitenciários e socioeducativos contratados, alguns com mais de 20 anos de serviço, o Estado precisa da experiência deles. “Nossa proposta é contar o tempo de vocês, até mesmo para ajudar os que estão chegando. O Estado precisa de vocês, precisa da experiência de vocês”, afirmou.

Considerando a relação de presos, menores acautelados e agentes penitenciários e socioeducativos, não há necessidade de ocorrer demissões, pois existe um deficit de 6.500 agentes no sistema prisional e 1.200 no sistema socioeducativo.

“Tem pessoas com mais de 20 anos que está no sistema, fizeram cursos, reciclagens e possuem conhecimentos práticos valorosos. Se trocarmos dez agentes penitenciários ou socioeducativos por dez novatos, teremos problemas. Existem vagas para todos. Os contratados querem, apenas, mostrar o real quadro que estão vivendo hoje. O sistema prisional deve ser tratado com absoluta seriedade. O Governo não compreende que pode ocorrer um caos no Estado. Também levei a comissão de concursados no Secretário de Defesa Social e sei que é possível manter a linha de absorção dos concursados e também os contratados, pois há um enorme deficit de efetivo no Estado. É necessário mais agentes para que não tenha sobrecarga de trabalho”, ressaltou Sargento Rodrigues.

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