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SOLUÇÃO EMPRÉSTIMOS

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domingo, 13 de novembro de 2016

Na defesa da VERDADE e de um VALOROSO OFICIAL do Batalhão de Polícia de Choque da PMMG Ato de Desagravo



​A Polícia Militar de Minas Gerais, Instituição de Estado, tem no respeito às autoridades legalmente constituídas e na isenção de suas ações, o carinho dos Mineiros. Apesar das posições políticas que alguns de seus servidores possam ter, não se vê em seus quadros operacionais ações dirigidas para beneficiar a este ou aquele partido. Como se manifestou recentemente o Padre Fábio de Melo, “... existem policiais que fazem o seu trabalho da melhor forma possível e que são servos de Deus servindo o próximo da melhor maneira possível”.
​O 1º Tenente PM Leonardo Guimarães Oliveira Maillo , integrante do Heroico Batalhão de Polícia de Choque, apesar de jovem, sobejamente tem demonstrado os seus dons de liderança, capacidade de comando e conhecimentos técnicos do emprego de sua tropa, que o colocam dentre os melhores tenentes da PMMG.
​Como integrante da Tropa de Choque, deve obediência à protocolos rígidos de emprego, há muito definidos para a destinação de sua Unidade. Sem qualquer dúvida, o policiamento de choque, por ser utilizado em situações de extrema tensão e risco, tem o seu sucesso na observação inconteste destes protocolos de emprego. Este tipo de tropa exige de seus líderes coragem e autocontroles acima da média dos exigidos em outros empregos de polícia militar.
​No dia 9 de novembro, a tropa de choque foi acionada devido a desavenças entre dois grupos de militantes políticos que se posicionavam na Praça da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, onde estava sendo discutida a autorização para a abertura ou não de processo contra o Governador do Estado, acusado na operação Acrônimo. De um lado, os militantes do MST e, do outro, os movimentos sociais “Vem Pra Rua”, “Patriotas”, “Nas Ruas” e “Nas Bolhas”. Com os ânimos exaltados pelas ideologias políticas que defendem ocorreu o conflito. No caso, o lado em desvantagem numérica e em disposição para o embate físico, o dos movimentos, saiu-se na pior com o MST, este último, sabidamente versado até em práticas de guerra revolucionária.
​Acionado pela rede de rádio da PM, o Tenente Mailo, no comando de duas viaturas do Batalhão de Choque, deslocou-se para o local. Quando lá chegou, os ânimos estavam ainda exaltados, porém não mais deparou com nenhum confronto físico. Cuidou de resguardar que novamente este não eclodisse, encaminhou, após dialogar com o Assistente Militar da ALMG, os agredidos para o registro de ocorrência através de viaturas de policiamento de área. Com a chegada de um pelotão de choque, obedecendo aos rígidos protocolos de emprego de sua tropa, ficou observando a evolução dos acontecimentos.
​A este tempo, alguns deputados, dentre eles o Sargento Rodrigues e João Leite, dirigindo-se ao Tenente Maillo, exigiam a prisão dos integrantes do MST que haviam agredido os outros militantes. Informado a eles do risco da provocação de mal maior, por uma incursão de tropa de choque no seio de cerca de oitocentos militantes do MST, também por fugir aos protocolos de emprego da tropa, que seria o de dispersão, o Deputado Sargento Rodrigues, que conhece a base da doutrina de emprego da PM, levando a questão para o lado político partidário, assacou contra o Tenente Maillo o crime de prevaricação, quando na verdade o jovem oficial apenas cumpria com o seu dever legal, inclusive de se evitar mal maior com a adoção de ação intempestiva, fora dos protocolos de emprego de sua tropa. Não bastasse isto, requentou o lastimável episódio do 21 de Abril em Ouro Preto, quando este deputado incentivou o “ataque” de seus acompanhantes contra a tropa de choque que, cumprindo ordens, guardava um dos acessos à Praça Tiradentes. Não discuto aqui o mérito do isolamento de tal praça, a critério do Governo do Estado, com os quais também não concordo. Longe, porém, de tentar inculpar por isto, companheiros de farda, agindo no estrito cumprimento do seu dever legal.
​1º Tenente PM Leonardo Guimarães de Oliveira Maillo, o seu Clube dos Oficiais levanta no conjunto de seus Sócios Militares em sua defesa. Não podemos admitir que você seja utilizado como “bode expiatório” na disputa política entre pessoas de interesses diferentes. Você não pode ter sua ação legítima tratada como instrumento de política partidária por quem quer que seja.


Coronel Piccinini
Presidente do COPM