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terça-feira, 8 de novembro de 2016

PM nega ter se excedido durante briga de torcida em Varginha, MG


O comando da Polícia Militar de Varginha (MG) negou nesta segunda-feira (7) que tenha havido qualquer excesso por parte dos policiais que fizeram a segurança do jogo de sábado (5) entre Boa Esporte e Guarani pela final da Série C do Campeonato Brasileiro. A PM usou gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar torcedores da equipe de Campinas (SP), que se envolveram em um tumulto após o jogo no Estádio Municipal Dilzon Melo, o Melão.  A diretoria do Guarani publicou uma nota oficial no site do time acusando a polícia de excesso contra os torcedores.
De acordo com os boletins de ocorrências registrados pela PM no dia, parte da torcida do Bugre, apelido do Guarani, iniciou brigas e depredações no Melão ao final da partida, o que exigiu uma intervenção policial. A confusão ainda continuou fora do estádio, onde um torcedor bugrino, que estava em um bar nas imediações, foi esfaqueado.No entanto, em contato com a EPTV Campinas, o presidente do Guarani, Horley Alberto Cavalcanti Senna, disse que não vê o time como responsável pelos danos causados ao estádio. Para ele, houve uma atitude "absolutamente intempestiva da polícia, inicialmente," e que "a resposta da torcida do Guarani foi péssima, mas uma reação".