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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Máscara de gás em cavalos durante a Primeira Guerra Mundial

Foto icônica demonstrando o uso de máscara de gás em cavalos durante a Primeira Guerra Mundial, 1916, Verdun.

O uso de cavalos durante a Primeira Guerra Mundial marcou-se como sendo um período transicional durante a evolução do conflito armado. Este uso que, com o tempo, foi reduzido ao provarem-se vulneráveis demais em meio ao fogo cruzado paralelo ao uso de blindados, artilharia e até mesmo o Gás Mostarda. No passado o cavalo de guerra era parte essencial de um exército e durante a Primeira Guerra Mundial provou-se como fator significativo na logística de combate.

Apesar do uso de armas químicas já datar de milhares de anos atrás, o primeiro uso em larga escala destra armas ocorreu durante a Primeira Guerra Mundial. Enquanto os cavalos suportavam o efeito do Gás de Cloro e Gás de Mostarda muito melhor do que os humanos, seus olhos e pele possuíam uma certa fragilidade quando expostos em contato direto a este tipo de elemento. Não demorou muito até máscaras de gás serem elaboradas também para cavalos.
As primeiras máscaras eram simplesmente pedaços de tecido enrolados em seus focinhos e presos com alfinetes. No entanto, esta solução, obviamente mostrou-se ineficaz.

Máscaras mais eficientes e modernas, como a da foto abaixo, também não foram tão bem sucedidas. Consistiam em uma bolsa encaixada no focinho, muito semelhantes aos usados em animais de tração. E como cavalos malnutridos sofriam de uma constante fome, eles simplesmente mordiam suas máscaras, desesperados e ansiosos para alcançar a aveia que esperavam encontrar no fundo.