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SOLUÇÃO EMPRÉSTIMOS

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Associação denuncia que apenas três PMs faziam segurança no dia do massacre




SÃO PAULO — A Associação dos Praças do Estado do Amazonas (Apeam), entidade que representa policiais militares, denunciou na tarde desta quarta-feira que apenas três PMs faziam a segurança na muralha do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), onde 56 presos foram mortos em Manaus. A denúncia é baseada no depoimento de policiais no inquérito que apura o massacre e em um áudio distribuído a um grupo de PMs pelo WhatsApp. O áudio foi gravado por um policial que estava trabalhando na noite em que ocorreu o massacre.

— Tinha três policiais na muralha no momento que se iniciou a rebelião. Esses policiais foram obrigados a trocar tiros com os presos, porque eles estavam com arma de fogo. Ninguém sabe explicar como, mas eles tinham espingardas calibre 12 e arma de uso restrito da Polícia Militar. Eram três policiais para trocar tiros com mil presos, enquanto lá deveria haver pelo menos 35 homens — disse Gerson Feitosa, presidente da Apeam.