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SOLUÇÃO EMPRÉSTIMOS

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Pacto de Desassociação em Massa chega de da dinheiro para associações pelegas

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

De juristas para policiais: “Vocês são categoria especial e não podem fazer greve!” Se os considerados ‘especiais’ trabalham nas condições acima, como são chamados os que gozam das mamatas do Congresso? Sindicatos e associações de servidores públicos – notadamente os da segurança púbica – não mantêm, financeiramente, os grandes órgãos de imprensa deste país.


De juristas para policiais: “Vocês são categoria especial e não podem fazer greve!” Se os considerados ‘especiais’ trabalham nas condições acima, como são chamados os que gozam das mamatas do Congresso? 
Sindicatos e associações de servidores públicos – notadamente os da segurança púbica – não mantêm, financeiramente, os grandes órgãos de imprensa deste país. 
Os políticos, sim.
A rede Globo entrevistou vários juristas para empurrar, ‘guela a baixo’, a informação de que “policiais militares não têm direito de fazer greve”. A pauta da reportagem, claro, deve-se ao movimento grevista do Espirito Santo e do Rio de Janeiro, as vésperas do Carnaval.
Um dos entrevistados chegou a alegar que “os PMs não têm esse direito porque são uma categoria especial”. Para quem vive de ouvir certas lorotas da imprensa, os grevistas que pararam os estados não passam de infratores da lei. Mas você, que abre as páginas todos os dias, tem pelo menos a oportunidade de conhecer um pouco do outro lado.
Se os policiais fossem uma “categoria especial”, nenhum deles trabalharia nas condições da foto acima. São correntes e mais correntes de fezes ‘derretidas’ a exalar seu odor inconfundível, 24 horas por dia, num cubículo sujo, sem a mínima segurança àquele que tem a obrigação de dar segurança.
Se essa categoria fosse tratada mesmo como “especial”, seus membros não seriam obrigados a trabalhar sem coletes nem forçados a comprar sua própria arma, para ‘ajudar’ o estado.
Como alguém pode ser considerado especial, quando uma legislação permite sua prisão pelo simples fato de ‘discordar’ de um superior hierárquico?
Quem defende a linha da emissora pode até alegar que “lei não se discute; se cumpre”. Mas onde está escrito que o policial deve trabalhar nas condições acima descritas? Em que artigo da lei o profissional da segurança pública deve tirar parte do seu [já minguado] salário para ‘tapar os buracos’ deixados pelos governos?
Somente o ‘auxílio paletó’ dos políticos brasileiros é maior do que o salário pago àqueles que os juristas adoram chamar de “categoria especial”. 
Você ainda acredita na tese de que lei não se discute?
Indiscutível é o silêncio da grande imprensa, acerca das condições de trabalho oferecidas aos policiais responsáveis pela SUA segurança, caro leitor. 
Lá, isso não se discute. Pois Sindicatos e associações de servidores públicos – notadamente os da segurança púbica – não mantêm, financeiramente, os grandes órgãos de imprensa deste país.
Os políticos, sim.