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SOLUÇÃO EMPRÉSTIMOS

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Pacto de Desassociação em Massa chega de da dinheiro para associações pelegas

domingo, 19 de março de 2017

A PM QUE QUER ABRAÇAR TUDO, E PORTANTO COMETENDO O ERRO DOS OUTROS...

O artigo 144, § 5º, da Constituição Federal é curto e grosso: “Às policias militares cabem a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública”. Pronto. Já sabemos qual é a função das polícias militares no Brasil. Repetindo: “polícia ostensiva e preservação da ordem pública”.

Mas eis que, com o passar das décadas, a velha PM de guerra foi “acostumada” (sem força de lei mesmo) a exercer outras tarefas que não as duas missões dadas acima.

Repetindo: “polícia ostensiva e a preservação da ordem pública”.

“Onipresente”

Muita gente se pergunta “por que a PM erra tanto?” Seguem algumas respostas:

Faltam agentes penitenciários para custodiar presos em hospitais? Chama a PM.

Faltam agentes do Ibama para capturar uma cobra no quintal de casa? Chama a PM.

Não tem Conselho Tutelar na cidade para “conversar” com um menor? Chama a PM.

Não tem equipes de socorristas de plantão na cidade? Chama a Polícia Militar...

E se o preso fugir do hospital? Culpa da PM.

E se a cobra picar a dona de casa? Omissão da PM.

E se o menor for mal tratado pelos policiais? Processo judicial neles!

E se uma mulher baleada cair de um carro não apropriado para socorro?...

Eternamente

Quem é que não sabe qual é o resultado de um confronto entre policiais e traficantes num país como o Brasil, especialmente nas comunidades de risco?

Seria uma grande façanha presumir que quase sempre haverá feridos nesses combates?

Se as incursões policiais nesses ambientes são necessárias (se não fossem, a PM não receberia a ORDEM de ir para lá) e sempre PREVISÍVEIS, por que equipes de socorristas devidamente capacitados para este fim não são direcionadas ao local?

Onde está escrito que a Polícia Militar deve, ao mesmo tempo, realizar a “polícia ostensiva, preservação da ordem pública E socorrer feridos”?

Nada contra a PM dar uma ajuda a quem precisa, quando flagrantemente necessário.

Mas antes de jugarmos os erros “dos outros”, é bom lembrar que muitnas vezes eram “os outros” que deveriam estar ali ‘errando’.

Leiam! Isso é a nossa realidade!